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sábado, 24 de março de 2012

RECORDAR O NOSSO AMIGO



O Núcleo de Sintra, da Delegação de Lisboa da Associação dos Deficientes das Forças Armadas, comemora o 9º aniversário da sua criação.
No dia 30 de Março, sexta-feira, leva a efeito pelas 21h00, mais uma sessão de “Fados e Poesia” no Auditório Municipal António Silva, no Cacém.
Aproveita-se esta efeméride para homenagear o Poeta André Moa, falecido a 16 de Outubro de 2011. André Moa esteve presente em todas as noites de fado e poesia que se realizaram no Núcleo de Sintra e, apesar da doença que o minava, contagiava todos com a sua alegria, a sua veia artística, cantando e declamando poesia, animando essas agradáveis noites de cultura e de convívio.
Através de um pequeno filme recordar-se-á André Moa a cantar e a declamar e alguns amigos apresentam em breves palavras o homem, o amigo e o poeta José Guilherme/André Moa.
Seguir-se-á a sessão de Fados e Poesia, da autoria do André Moa, seleccionada de alguns dos seus livros publicados. Os fados, acompanhados à guitarra e viola, serão interpretados por vários artistas, que têm animado as já célebres noites de fado deste Núcleo.
A Direção do Núcleo de Sintra
António Fernandes
Presidente

PS: Agradece-se que informem da vossa presença e quantas pessoas os acompanham para Telm: 919 371 774 ou telefone Núcleo 214 041 200

3 Comentários:

  • Às 24 de março de 2012 às 20:00 , Blogger Maria disse...

    Amigo António:
    Com grande pena minha, não poderei estar presente.
    Tenho cá os netos a passar as férias e não me dá jeito sair à noite.
    Estarei lá, de alma e coração, pensando em todos vós, com a ternura que sinto por ele e por todos vós.
    Venho aqui muitas vezes, assim como ao outro blogue. É a minha maneira de me lembrar dele e o homenagear e matar as saudades, que sinto dele.
    Abreijos para todos vós da vossa amiga para sempre.
    Maria

     
  • Às 30 de março de 2012 às 21:18 , Blogger Maria disse...

    André, meu amigo:
    Faltei mais uma vez. Tenho cá o neto, a chuva cai e a Maria continua em baixo.
    Lembras-te de um soneto da Virgínia Victorino, que termina:
    "Não fui. Mas quando vi, que já não ia,
    E que nada, entretanto mo impedia,
    O que eu chorei, meu Deus, o que eu chorei".

    Estou um pouco assim.
    Abreijos e a eterna amizade da
    Maria

     
  • Às 1 de abril de 2012 às 13:29 , Blogger Maria disse...

    António:
    Pelas fotos do Kim, vi o que perdi. Li muita poesia e alguns textos do André, vi fotos do nosso almoço na Parede, vi o video da Isaltina.
    Senti-me perto dele, mas tive pena de não estar convosco. Peço desculpa. Além de sair pouco, não ia com o pequenito. Não conseguia dar grande atenção.
    Bom trabalho o vosso. Felicito-vos.
    Beijinhos para toda a família da
    Maria

     

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