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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

CICLO EMOÇÃO

CICLO EMOÇÃO - 1

Interrompido, (mas não esquecido, apenas intervalado) que está o CICLO PAIXÃO, abro aqui outra frente, dando início a um novo ciclo – O CICLO EMOÇÃO – que irá compor-se, fundamentalmente, de poemas e outros textos que o meu amigo e conterrâneo Ernesto Leandro me for enviando com destino a este blogue.
Filho de uma senhora de coração nobre e alma generosa, pedagoga inigualável, mulher que, com toda a propriedade, com a veracidade que me vem do meu sentir profundo, com um inesgotável carinho e uma eterna saudade, considero a minha mãe espiritual, pois que me moldou o carácter, no melhor que sou e cultivo, o Ernesto Leandro, na senda da mãe e do pai e do irmão, tornou-se na minha infância e juventude uma referência muito marcante e indelével.
O Ernesto Leandro e o Paixão Lima pertencem à minha geração, são meus conterrâneos, e, um ano e pouco mais velhos que eu, um e outro foram meus ídolos de infância e juventude, ainda que por razões diferentes.
Amigos pródigos arredados do meu ciclo social e relacional durante muitos anos, agora que os reencontrei, e sentindo por eles a mesma amizade e a consideração que sempre me mereceram, é pela escrita que vamos comungando os nossos sentimentos e nos vamos unindo cada vez mais e melhor.
Com que prazer e honra os trago até aqui, sabendo do óptimo contributo que irão prestar para fazer deste blogue, aberto a toda a gente, qual albergue de boas vontades e corações generosos, um lugar de convívio salutar, cativante, acolhedor.
O Ernesto Leandro, depois de me ter concedido o privilégio de me convidar a prefaciar o seu primeiro livro de poesia e prosa poética, publicou ainda, agora em parceria comigo, o livro de poemas «TABUAÇO DOUR)O)ADO – Cantata a Dois» que muitos dos frequentadores do “Cantinho do Poeta” deste blogue já conhecem.
Estava tentado a fazer aqui uma revelação pública, em primeira mão, mas, dado o adiantado desta apresentação, fica para uma próxima oportunidade. Por hoje, aqui fica, para regalo de todos, este poema do Ernesto Leandro que, segundo me revelou, estava guardado, há muito, na gaveta onde a maior parte da sua obra literária vive à espera de saltar cá para fora e poder respirar.

DEFINITIVAMENTE, NÂO


Em quase toda a minha vida,
Deus foi um absurdo evangélico
Que nunca soube compreender.
Rebuscava na inteligência,
No coração,
E nem pela premência
Da resposta
Não encontrava solução.
E foi sempre assim.
Pronto a responder a tudo,
Ficava mudo
Quando dele falavam.
Deus mora em cada um,
Ensinaram-me em menino
E eu acreditei.
Quando cresci, não havia Deus
Na minha morada.
Venho tentando a sua substituição
Em mim mesmo
Ao dar-me inteiro ao desgraçado,
Meu irmão,
Sozinho na caminhada.
Já não me é legítimo
Aguardar o milagre
Da equidade social
Quando trilho o caminho
Da minha estrada,
Muito mal traçada,
A obrigar a pressa a refrear.
E ao perguntar-me o porquê
De uma vida de frustração,
Encontro e cimento a razão
De nunca dele falar.

Ernesto Leandro

21 Comentários:

  • Às 17 de fevereiro de 2010 às 16:00 , Anonymous DAD disse...

    Palmas, palmas, palmas, aos amigos de sempre, aos poetas de Tabuaço.
    Fiquei comovida com o poema do Ernesto! Parabéns meu Amigo. Também tu és um grande poeta!

    Beijinhos grandes para os três - Andre Moa - Ernesto Leandro e Paixão.

     
  • Às 17 de fevereiro de 2010 às 17:11 , Blogger Paixão Lima disse...

    O «resmungão» do meu Irmão Ernesto, resolveu, finalmente, tirar da gaveta uma das muitas pérolas poéticas do tesouro de emoções e sensações que guarda no anonimato da dita gaveta. Aproveito para homenagear singelamente, tanto o poeta como o homem de quem sou irmão e amigo, o que muito me honra.
    Um abraço ao «menino Ernestinho», ídolo da minha infânci.
    Um abraço Irmão Ernesto.

     
  • Às 17 de fevereiro de 2010 às 20:48 , Blogger Laura disse...

    Invariávelmente, eu que sou a fala barato do grupo e tenho sempre que dizer, onde estrear a pena, hoje, fiquei-me por aqui.
    Não vou começar a ensinar-vos a rezar Pai Nosso e Avé Marias, até eu esqueço essas orações, por vezes, decerto as mães dos três, esses malandros descomunais que que ao fim e ao cabo, são todos uns grandes Homens, os ensinaram...
    Mas, cada um é uma flor diferente, cada um tem o seu sentir diferente, se pensam todos da mesma forma, aqui vai um poema, escrito nesta hora, porque sim, a vida já me doeu tanto, tanto, que só podia ter feito as pazes com ELE!... e não pasmem, sou surda, logo, nunca poderia ouvir a Sua voz,pelo ouvido mas sim, oiço-a em mim, sinto-a quando a minha alma dói e não atino com nenhum caminho, e aí, Ele chega até mim suavemente, e, o medo desaparece, a tortura vai-se, a aflição esvai-se e ficamos nós, eu e Ele, assim, eu e Ele, sabendo que não me abandonará!...


    Foste Luz no meu Caminho!


    Clareou o dia
    a madrugada transformou-se em luz
    recolhi-me na Tua paz.

    Não importa que não Te conheçam
    ou que de ti se esqueçam
    nem todos compreendem.

    E não sabem como chegar a Ti
    não sabem que não foi fácil encontra-te
    só a dor me mostrou o caminho.

    E quantas vezes me senti perdida
    amaldiçoando a vida
    queria-te longe do meu caminho.

    Era inconcebível uma menina, pura
    ter tanta dor na vida
    e sentir-se por ti, traída.

    Quantas vezes te gritei
    ao sentir que não chegava a lado nenhum
    sentindo-me abandonada por ti.

    Quantas vezes te implorei
    que me escutasses
    ouvisses as minhas razões.

    Assim será com todos os que não te escutam
    é que quando a dor for impossível de sentir
    e as suas lágrimas correrem.

    É que vão lembrar
    e vão tentar chegar a ti
    e aí sim, a tua voz vão ouvir dentro de cada um
    e sorrir!

    Enlaço-vos no meu abraço, com a certeza de que mais dia menos dia, a Sua voz será ouvida, porque ELE existe e jamais o negarei!...
    Beijinho da laura.
    ah, não pensem assim; olha para ela, surda a falar de Deus, sei que tem de ser assim, e todos esses desgraçados que há pelo mundo, têm de ser mesmo assim!...

     
  • Às 17 de fevereiro de 2010 às 21:10 , Blogger Andre Moa disse...

    Laurinha,
    Podes falar à vontade de d(EU)s, que d(EU)s escuto-te, podes ter a certeza. É que d(EU)s existo.
    Abreijos
    André Moa

     
  • Às 17 de fevereiro de 2010 às 21:27 , Blogger Paixão Lima disse...

    Eu sou um homem feliz! Sou duma terra lindíssima e farta em sabores, em luz e côr. Terra do bom vinho (o melhor), da boa fruta (a mais saborosa) e do azeite de qualidade.
    No meu tempo de menino e moço, os astros brilhavam na minha terra. Constelações luminosas davam luz à noite. Não faltava talento e génio à solta nas ruas de Tabuaço nos dias frios de inverno polar e nos dias sufocantes de verão infernal. Mas tudo passou. Tudo é efémero. A pouco e pouco, os astros talentosos e brilhantes do ceu da minha terra, foram abandonando o torrão natal em busca de futuro. A terra ficou pobre e triste. Parou no tempo. Em alguns aspectos retrocedeu.
    Dos astros luminosos e talentosos que alindavam as noites da minha terra nos tempos remotos da minha infância, dois ha que é justo distinguir. Duas estrelas brilhantes com órbitas diferentes mas que se confundem num objectivo comum: a POESIA. Presto homenagem sentida embora singela aos dois maiores poetas da minha terra. Ao ERNESTO LEANDRO e ao ANDRÉ MOA. E eu sinto-me honrado, orgulhoso e até vaidoso por ser amigo de ambos e eles serem meus amigos também. Mais ainda, somos IRMÃOS no tempo e no espaço até à eternidade.
    Acabo como comecei: Eu sou um homem feliz!

     
  • Às 17 de fevereiro de 2010 às 21:35 , Blogger Laura disse...

    Ó Paixão, credo, ainda é cedo para se despedirem, caramba, qual eternidade?...

    E só há Poetas em Tabuaço?, ohhhhhhhhhh

     
  • Às 17 de fevereiro de 2010 às 21:35 , Blogger Laura disse...

    Falou a Sagitariana poeta de meia tigela, ehhhhhhh, são ciumes,deixa lá...hum...

     
  • Às 17 de fevereiro de 2010 às 22:16 , Blogger Je Vois la Vie en Vert disse...

    Caro amigo André,

    Não consigo comentar nada
    Quando toca à minha Fé
    Prefiro ficar calada
    Acho que vou tomar café...
    :-)

    Sendo d(eu)s, toi, meu amigo Moa, reparei nos blogues que visitas : Na Sacristia, O Convento da Crítica, Padre Mário, Padres Irrequietos, Paraíso no Inferno, Ser Cristão, Site Baha'i....
    :-D

    Beijinhos

    Verdinha

     
  • Às 17 de fevereiro de 2010 às 22:36 , Anonymous DAD disse...

    Respota para a Verdinha:

    E não é verdade que todos nós devemos conhecer os "caminhos" dos outros? Eu acho que o saber não ocupa espaço e é sempre uma mais valia. Para o ateu, é óptimo conhecer as teorias dos outros, nem que seja para sorrir... e para além disso há os visitantes do Blog que se podem sentir bem ao ver que têm uma porta de entrada para todos os lados da vida!

    Beijinho grande,
    Dad

     
  • Às 17 de fevereiro de 2010 às 22:39 , Anonymous Anónimo disse...

    O seu blog é uma fonte de aprendizagem, que nos enriquece e faz a diferença, bem haja por tudo que escreve.
    Faço votos que continui a transmitir, através da sua escrita para todos, do seu conhecimento.
    (Eu fico feliz ao lê-lo).
    Como mentes sábias que são.Um grande abraço,para Moa e seus amigos.
    Mrom

     
  • Às 17 de fevereiro de 2010 às 22:56 , Blogger Je Vois la Vie en Vert disse...

    Pois é, mesmo se não acreditamos no mesmo futuro, não é razão para não nos respeitarmos e não sermos amigos. Aliás, o meu marido também não tem a mesma crença do que a minha e festejamos ontem 36 anos de felicidade.
    Só não sou capaz de dizer "gosto do preto" quando não aprecio e gosto mais do branco...mas posso dizer "o preto te fica muito bem" e reconheço que têm muitos artistas a escrever lindamente neste belo blogue !

    Muitos beijinhos para todos da

    Verdinha

     
  • Às 18 de fevereiro de 2010 às 00:16 , Blogger Brancamar disse...

    Olá amigo André,

    Bela imagem nos deixas do Douro, só por si uma emoção. Gostei do poema e compreendo-o muito bem, mas embora tenha tido uma fase de ateísmo dos 17/18 anos até muito tarde, acho que reencontrei uma nova forma de ver Deus, muito íntima e minha, muito relacionada com a minha forma de estar na vida e a minha força, pela forma como me sinto recompensada algumas vezes, apesar de outros momentos menos bons e nunca peço nada para mim, luto por algo para os outros e acho que é nessa luta que Deus se existe nos reconhece, sinto que O encontro por vezes nesses momentos de amor e pergunto em muitas ocasiões porquê eu, porquê a alegria de alguns momentos, quando tantos o mereceiam e não têm.
    O próprio Amor é um mistério que não se explica e Deus se existe é essencialmente amor, o resto sobra, foi apenas criado pelos homens que falam em nome Dele.
    O poema é belísimo e perfeitamente legítimo.
    Beijinhos
    Branca

    P. S. Vim ver como estavas e apreces-me bem, :)

     
  • Às 18 de fevereiro de 2010 às 01:00 , Blogger Paixão Lima disse...

    Este é um blogue libertário. Como tal, permito-me fazer um exercício meramente introspectivo. Será uma ousadia? Não! Como estou a falar só para mim, ninguém me pode ouvir. O assunto que me «preocupa», neste momento é a fé (com letra pequena). Como ha tanta fé por este mundo fora, e cada um tem a fé que mais lhe convém, feita à sua imagem e semelhança, não estou a referir-me, como é óbvio, a nenhuma fé em concreto. Ter fé é acreditar! Em quê?! A fé não é uma ciência exacta. Não é como a matemática. Depende sempre do seu detentor. Ter fé, a meu ver, é respeitar a fé dos outros, até daqueles que não têm fé nenhuma, o que também é uma espécie de fé.
    Eu tenho, para mim, a fé suficiente. Tenho fé, por exemplo, na Maria (a fadista) que canta até que a voz lhe dôa.
    Quanto à Poesia, é mais complexa que a fé. É preciso ter sensibilidade para entendê-la, o que não está ao alcance de todos. A Poesia quando autêntica e genuína é um veículo virtual que transporta no seu seio o encontro e desencontro de muitos sentimentos. Quando tem qualidade como a do Ernesto Leandro, é uma obra de arte e como tal deve ser entendida e respeitada, mesmo por aqueles que não entendem nada (o que constitui até um acto inteligente).
    O casamento do preto com o branco dá em cinzento.Não podemos viver num mundo bipolar. Seria um mundo triste onde não desejaria viver. E as outras côres?!
    Na verdade, é muito mais fácil encolher os ombros e não pensar muito porque faz mal à saúde. E para isso, nada melhor que ir tomar um café.

     
  • Às 18 de fevereiro de 2010 às 08:12 , Blogger Je Vois la Vie en Vert disse...

    Caro Paixão,

    Viver num mundo bipolar, não... Gosto de muitas cores e particularmente das cores vivas que dão alegria à vida como as cores do arco-íris que aparece pelo bom entendimento do sol com a chuva.
    E chamam-me Verdinha, sabe ?
    Encolher os ombros não faz parte da minha maneira de agir mas retirar-me quando não sei o que dizer, isto sim - não sou portuguesa, sou tagarela mas nem sempre apanho as palavras certas....
    Mas a minha ideia de ir tomar café foi pouco feliz (e só foi para rimar) porque nem tomo café a esta hora e não me deixou dormir bem :-) LOL

    Mas nas primeiras horas da manhã, voltei cá porque é um espaço onde encontro beleza, arte, conversas amenas, compreensão, humor e amizade porque o "dono" do espaço é o meu amigo d(EU)s e como também sou amiga do outro Deus, está tudo bem !

    Beijinhos para todos

    Verdinha

     
  • Às 18 de fevereiro de 2010 às 08:21 , Blogger Laura disse...

    Paixão, já vi o porquê desse madrugar ao outro dia!
    Decerto ainda tomo um cafézito contigo, mas a essa hora já devo andar na sorninha nos braços de Morfeu!
    Com Fé ou sem ela, por cá andamos, lutamos para sobreviver para nos sentirmos filhos de Deus, eu sinto, sempre senti, quem não se sente (não é filho de boa gente, ehhh a frase nem encaixa nada aqui) ao menos que se sinta feliz, de cabeça airada e vida despreocupada. Não vale a pena pensar muito, queimariamos os miolos e não seria nada bom! Uma coisa é certa, encontraremos as respostas já do outro lado, e aí veremos se o tempo que passamos, rendeu! e na verdade, o resto é treta!
    Espero tomar o tal do cafézito em amena cavaqueira, se não deste lado, que seja no outro, e aí sim, podemos iniciar uma conversa salutar, sabendo em que lado do tabuleiro estamos! Acredito que no xadrês não temos possibilidade de jogar a dinheiro! vai a feijões? qual será a moeda corrente do lado de lá? (serão notas ou vales de Bem Fazer?) Quem os tiver há-de viver em melhor Bairro, melhor casa! Quem não os tiver? que trabalhe e ocupe o tempo que aqui desperdiçou! Tão simples assim, ou pensas que é só adormecer eternamente? Essa era boa, falando dos seres que levaram esta vida a atazanar a dos outros, a roubar a todos, a praticar as piores vilanias, ah, meu amigo, esse nem abrirão a boca para dizer; xeque mate!

    O xadrez não é uma fútil distracção; permite desenvolver em nós as qualidades do espírito, mais necessárias à vida.” – Benjamin Franklin, in The Morals of Chess (1779)

    Estou inspirada, deixa-me ligar a música e escrever alguma poema de amor, ou da saudade dele, porque o amor mora comigo, em forma de tudo o que de bom a vida me pode dar!...
    Abraço apertadinho a todos os ninos e ninas do blogue (aos que conheço, óbviamente!)laura

     
  • Às 18 de fevereiro de 2010 às 10:42 , Blogger Osvaldo disse...

    Caro Ernesto;

    Com todo o respeito por e com Deus, Deuses, d(EU)s e todas as religiões à parte, viro-me para o excensial deste post que é este maravilhoso poema que o Moa publicou e da autoria de tão ilustre poeta que é o Ernesto Leandro.

    Isto é poema de cortar o fôlego de tão intenso ele é. Costumo dizer que a poesia, é um estado ausente do Mundo real em que o poeta extrai da mente pensamentos liquidos que "escorrem" pelos dedos até se transformarem sólidos numa folha de um papel qualquer.

    E quanto estes "papeis" se transformam de seguida em obras primas da literatura e em especial da nossa, que é composta por uma gramática maravilhosamente adequada para valorizar o poeta e sua obra, isto só tem um nome;... Obra de Arte.

    Obrigado, amigo poeta, obrigado grande conterrâneo, obrigado terra tabuacense, berço de embalar de tantos poetas e escritores, obrigado Senhor Ernesto Leandro, por nos oferecer o que de melhor a poesia nos pode dar.

    Um grande abraço de um dos "Índios" da 1° de Dezembro.

    Osvaldo

     
  • Às 18 de fevereiro de 2010 às 14:40 , Blogger Andre Moa disse...

    d(EU)s sou um homem contente,
    pois que crentes e ateus,
    toda esta boa gente
    está comigo, com d(EU)s.

    Bem-hajam todos por tão galhardamente terem recebido de braços abertos estes dois portentosos tabuacenses e meus grandes amigos: primeiro o Paixão Lima e agora o Ernesto Leandro. Eu sabia que ia ser assim, pois que eles merecem e a sua escrita é de primeiríssima apanha, mas é sempre bom verificá-lo de forma insofismável, como a que todos aqui patentearam.

    Abreijos
    André Moa

     
  • Às 18 de fevereiro de 2010 às 15:23 , Blogger Paixão Lima disse...

    Passa-se comigo em facto curioso. Tenho uma memória de grilo ou de pardal (se não gostarem do grilo).Esqueço-me fácilmente do que fiz ontem e até do que acabo de fazer. E nunca guardo reserva. Não sei se isto é um defeito, uma virtude ou uma doença. Sei que sou assim. Tenho uma ideia que gostaria de compartilhar convosco. Por que não promover uma homenagem sentida aos poetas André Moa e Ernesto Leandro, em Tabuaço, em data e local a designar? Seria até uma óptima oportunidade para nos conhecermos melhor. O carro está em andamento, ha que mantê-lo a rolar.
    Cumprimentos para todos.

     
  • Às 18 de fevereiro de 2010 às 15:57 , Blogger Laura disse...

    Alinhooooooooooooooooooooooooooooooo, laurinha entrando e gritando a plenos pulmões, atropelando tudo e todos!
    Quandoooooooooooooooooooooooooooooooo?
    Estou às ordens, o que posso fazer? ah, só vou com o Osvaldo e Aninhas, já os conheço e sei que este Fitipaldi nos levará através de curvas e mais curvas, em segurança no seu Mercedes, ah, desta vez, avisem-me antes de sair de casa, é que na última em Tabuaço, fiquei a ser a menina sem saco, nada que a Luisinha e a Verdinha não resolvessem, assim, parem-me a pressa e vejam se levo o saquito comigo, claro que não é o do farnel... Minha nossa, laurinha cabeça no ar..não me chegando ser uma fala barataaaaaaaa, ou barato?

     
  • Às 18 de fevereiro de 2010 às 16:11 , Blogger Maria disse...

    O Douro, não dá só o melhor vinho do mundo, uma bela paisagem, dá poetas, dá escritores, dá homens de "antes quebrar que torcer". Que grande colheita de talentos!
    O Poema é lindo.
    Beijinhos para toda a gente boa de Tabuaço.
    Maria

     
  • Às 19 de fevereiro de 2010 às 09:22 , Anonymous Anónimo disse...

    OH Douro!
    Que albergas grandes poetas
    Críticos de Deus e da Razão
    Uns ausentes, outros presentes
    A terra que os viu nascer
    A terra que hoje lhes dá inspiração.

    Beijos duplos para os artistas da poesia de Tabuaço.

    L&L

     

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